
quarta-feira, 6 de agosto de 2008
Começo + Meio + Fim = Fumaça

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

quinta-feira, 3 de abril de 2008
Sabe aqueles dias que passam como se fossem um ônibus cheio que anda devagar para não capotar? Pois é, dias assim nos macgucam sem dó nem piedade. Isso porque nós idiotas, ficamos com o "auto-castigation" ligado durante as intermináveis 24 horas do dia.É um amor mal resolvido, é um desejo platônico, muitas coisas podem ser motivo pra um dia como esses. Um ser humano aí, uma vez me disse que o bom da vida é se divertir, eu também acho isso. Mesmo nas derrotas há sempre algo que nós vamos, logo após a partida relembrar com algum alegria, mesmo que seja minima. Bom, todos nós temos um dia de EMO, afinal os sentimentos nos torna seres vivos e pensantes. Esta éa diferença que separ o Homo sapiens dos animais.
Outro dia eu estava passeando pelo orkut, quando então encontrei numa comunidade alguns site de postêres de filme poloneses, esse é um deles. Expressivo não? Achei legal, me faz lembrar de alguns dias conoturbados que vivi a algum tempo atrás. Enfim...http://www.cinemaposter.com/
É só clicar e conferir.
terça-feira, 1 de abril de 2008
O Hábito de morrer
No fim do caso ele realmente foi morto, logo após ter sido "foiceado" por um agricultor, que com medo do meliante passou a foice sem dó.O cidadão ainda conseguiu fugir, mas a polícia o encontrou mais adiante e ele foi morto logo após uma troca de tiros com os policiais. É meus caros amigos, se não fosse a ação desse pobre homem, provavelmente, até hoje pipita estaria à solta por aí, embrenhado no meio do mato.
Logo depois a sua morte, muito foi dito sobre o caso, mas o fato é que ninguém sabe ao certo o porquê dessas atitudes que ele tomava. Seu corpo logo foi encaminhado para o IML, de lá ele voltou pra Tomar do Geru, para ser enterrado. Aí está o cômico, a cidade simplesmente parou pra ver o enterro daquele que eles não queriam nem ver pintado de ouro. Foi realmente um "acontecimento" na cidade.
O interessante de se ver esse caso, é que geralmente, pelo que se sabe, as pessoas que vivem no interior tendem a serem muito mais religiosas e conservadoras. Isso seria mais uma consequência da banalização da violência que vem ocorrendo no país nos últimos anos? Provavelmente sim, pois, todos os dias a televisão nos bombardeia com um trilhão de noticías sobre morte por assassinatos, sobre o tráfico de drogas, volência no trânsito, etc.
Onde estão os bons costumes, e a moral por onde anda? Pipita era apenas um adolescente e causou tanto estrago. Bom, seguem, por parte da imprensa, o bombardeio de noticias e de declarações sobre o caso, as pessoas se vêem aliviadas com a morte de Pipita. Criou-se o Hábito de morte, no estado de Sergipe.
segunda-feira, 19 de novembro de 2007
Retirantes
Em um lugar muito distante, conhecido como: o último canto do mundo, o mar se esvaziou. As pessoas que lá moravam migraram para o sul em busca do oceano, que veio a se tornar uma riqueza. Os animais morreram, e a comida foi sumindo aos poucos, obrigando-os a economizar esforços para que a fome não os abatesse como já tinha acontecido com alguns pobres infelizes que tinham ficado pelo caminho por fome.
Em seus olhos, eles traziam consigo a face da morte que fora companheira desde o início da viagem. A senhora de toda dor do mundo, a única verdade absoluta da humanidade postava-se á eles como uma amiga inocente que oferecia companhia humildemente sem nada pedir em troca. Muitos desses andantes nada tinham á não ser suas roupas e alguns poucos pertences; para a viagem só foi levado aquilo que realmente lhes seria necessário.
Outra companheira de peregrinação desses miseráveis, era a esperança. Essa sim, ao contrário da outra, oferecia algum conforto e incentivo para continuar a peregrinação: Almas insólitas, não tinham nenhum alento apoiavam-se apenas no fato de que em algum lugar muito distante eles encontrariam aquilo que procuravam.
Do alto do monte celeste, “aquele que decide” dirigia todo o destino dos peregrinos. Sem saber que sua caminhada terminaria a qualquer momento, eles continuavam a andar cegos pela companheira mais confiável, e sondada pela mais traiçoeira, a qual estava com todos em sua mão, já que em um acordo com “aquele que decide” ganhou para si o alimento que faltava para saciar a fome que lhe atordoava. Sendo ela um ser inanimado, necessitava de vida para acalmar suas entranhas famintas pela centelha divina que cada uma dos andantes possuía dentro de si.
Dias e noite se passaram e o horizonte permanecia da mesma maneira que estava no ato da partida dos confins do mundo. Permanecia ele, como um cadáver encontrado com olhos abertos, e que refletiam apenas uma imagem: MORTE! Depois de uma temporada e meia de peregrinação, “aquele que decide” percebeu que se dependesse da força dos desgraçados, seu trato com a “verdade absoluta” não seria cumprido, e então decidiu agir. Enfermidades foram lançadas sobre as cabeças dos viajantes e muitos morreram garantindo assim, uma parte do acerto. Mas os andarilhos se vestiram da única arma que lhes restava, sua “companheira mais confiável”, e seguiram em frente; só depois de duas temporadas completas o futuro apareceu à todos e o mar foi novamente visto. Para a alegria dos poucos sobreviventes daquela jornada, não apenas o mar foi alcançado, mas também, a certeza de que baixar a cabeça para interferências inesperadas é ceder ao acordo “daquele que decide” com “ a única verdade absoluta”.
sábado, 17 de novembro de 2007
O destemido
Esqueceram apenas de contar pra ele que o mundo não pertence a um só, mas sim á todos, e isso é sagrado. Então, corrompendo ele com os valores e direitos morais dos espectadores acabou por ter em seu destino severas torturas. Uma delas foi a de amar sem ver seu amor. Neste espaço de tempo ele só sabia que amava, mas o que é amar? Questionava-se ele; quero algo pra mim, não sei o que, mas quero, e isso tem que ser meu o mais breve possível. Gritos ecoaram ao serem ditas estas palavras, o povo, feliz com a tortura, prestigiava tudo como se visse a volta do Cristo, e não se calavam perante tanta felicidade. O pobre homem, que por instantes fora rei, choramingava feito criança querendo saber a quem ou a quê se destinava o amor, e até mesmo na imensa dúvida do que é amar. Mas o que é mesmo amar? É querer sem saber o porque, é desejar sem saber por onde começar, criar forças para gritar em meio a estranhos que ter alguém ou algo ao lado é mais sagrado que presenciar o nascimento do segundo filho bastardo do ser criador, é trazer para si o maior tormento de todos. Tratar por "meu" aquele(a) que nunca fora visto(a) antes.
quinta-feira, 15 de novembro de 2007
Ínicio
Sem mais ladainhas, bem vindos ao "estranho mundo de Diego"